Incidências de manifestações patológicas causadas por construções nas edificações vizinhas no município de Vitória - ES

Nome: Giusilene Costa de Souza Pinho
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 21/12/2012
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Marcel Olivier Ferreira de Oliveira Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
João Luiz Calmon Nogueira da Gama Examinador Interno
Marcel Olivier Ferreira de Oliveira Orientador

Resumo: O crescimento populacional das cidades resulta no uso e ocupação intensiva do espaço urbano, provocando dessa forma grandes adensamentos. No período de construção ou reforma de edificações, principalmente obras de múltiplos andares, acontecem reclamações dos proprietários de edificações, que se sentem atingidos por efeitos de obra vizinha. Essas ocorrências podem se transformar em manifestações patológicas nas edificações circunvizinhas pré-existentes. O presente trabalho tem o objetivo de detectar a incidência de danos e de manifestações patológicas através de uma pesquisa de casos com laudos de vistorias oficiais registradas no município de Vitória ES, bem como a realização de estudo qualitativo e quantitativo das patologias manifestadas nessas edificações, decorrentes de construções circunvizinhas. Caracteriza-se como pesquisa documental tendo o método da incidência como metodologia. Os resultados apresentados foram: quatro bairros, Jardim da Penha, Jardim Camburi, Praia do Canto e Santa Luiza, somam 56,67% do total de casos pesquisados; o ano com maior número de laudos foi 2007; da natureza das edificações afetadas, 49,09% são unifamiliares; da natureza das obras causadoras, 58,55% são edificações multifamiliares; da legalidade das obras causadoras, 66,66% foram licenciadas junto a Prefeitura; quanto ao tipo de manifestação patológica, verificou-se a presença de fissuras em 47,97% dos casos pesquisados; das patologias pesquisadas, 68,46% surgiram no período de fundação; a fase da fundação que gerou maior incidência de patologias foi o período de cravação de estacas, com 31,57% dos casos. Conclui-se que as legislações, devem ser aperfeiçoadas para prevenir ou até mesmo, num primeiro momento, minimizar estas ocorrências.

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