Análise da Influência do Diafragma Externo na Ligação Entre Viga de Seção i e Pilar Tubular de Seção Circular
Nome: ANA CAROLINA SCAMPINI SIQUEIRA RANGEL ORRICO
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 09/08/2018
Orientador:
Nome![]() |
Papel |
---|---|
MACKSUEL SOARES DE AZEVEDO | Orientador |
Banca:
Nome![]() |
Papel |
---|---|
JORGE MUNAIAR NETO | Examinador Externo |
MACKSUEL SOARES DE AZEVEDO | Orientador |
WALNÓRIO GRAÇA FERREIRA | Examinador Interno |
Resumo: O uso do diafragma externo na ligação entre viga de seção I e pilar tubular de seção
circular tem por objetivo o aumento na eficácia da transferência dos esforços entre
estes elementos. O estudo dos diafragmas teve início na década de 1970, no Japão,
onde foram feitas análises teóricas e experimentais da sua aplicação. No Brasil, as
pesquisas iniciaram em 2005, quando Carvalho (2005) realizou as primeiras análises
numéricas com e sem o uso de diafragma externo na ligação. A norma brasileira ABNT
NBR 16239:2013 não trata do dimensionamento deste tipo de ligação, que é
contemplado somente por Kurobane (2004) do Comité International pour Le
Développement et lEtude de La Construction Tubulaire (CIDECT). O objetivo deste
estudo foi analisar o comportamento do diafragma externo em ligações entre viga de
seção I e pilar tubular de seção circular. Análises numéricas foram realizadas variando
a geometria do diafragma externo e verificando sua eficácia quando submetido a
cargas nas vigas e no pilar. O diafragma se mostrou um mecanismo eficaz para
aumento da rigidez inicial e da resistência da ligação proporcionando ganhos de
resistência que variam de 30 a 173%, dependendo da geometria. Quando o pilar é
submetido a carga axial, verifica-se que o modelo sem diafragma, apresenta redução
gradual de até 17% no momento último, enquanto que o modelo com a menor
dimensão de diafragma, apresenta redução de somente 3,2% em sua resistência.